Miguel Coelho abre 32 pontos de vantagem em Petrolina, mostra pesquisa Opinião

a primeira pesquisa do Instituto Opinião sobre a sucessão municipal em Petrolina nas eleições do ano que vem, o prefeito Miguel Coelho, a caminho do MDB, lidera com folga e tem amplas chances de emplacar a reeleição. Abre uma frente de 32 pontos percentuais sobre os seus dois principais adversários. Se a eleição hoje, despontaria com 45,4% das intenções de voto contra 13,3% de Júlio Lossio (PSD) e 13,1% de Odacy Amorim (PT). Gabriel Menezes (PSL) aparece com 6% e Lucas Ramos (PSB), com 4%. Brancos e nulos somam 7,3% e apenas 10,9% se manifestaram indecisos.

Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é obrigado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio da cartela com todos os postulantes, Miguel mantém praticamente a mesma dianteira. Desponta com30,2% das intenções de voto contra apenas 3,3% de Odacy Amorim, 2,4% de Lossio e 0,4% de Gabriel. Neste cenário, indecisos sobem para 58,6% e 4,9% disseram que não sabiam responder ou se recusaram.

A pesquisa foi a campo entre os 11,12 e 13 últimos, sendo aplicados 450 questionários com margem de erro de 3,9 pontos para mais ou para menos e 90% de intervalo de confiança. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.  Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares.

No quesito rejeição, o ex-prefeito Júlio Lossio aparece na liderança. Dos entrevistados, 22,2% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Em seguida, aparece Odacy com 13,8%, depois Gabriel com 11,6% e Lucas Ramos, 10,4%. Por último, Miguel tem 9,6%. Ainda entre os entrevistados, 5,8% disseram que rejeitam todos e 26,6% afirmaram que não rejeitam nenhum dos candidatos apresentados.

Na estratificação da pesquisa, Miguel tem seus melhores percentuais de intenção de voto entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (53,3%), entre os eleitores com renda familiar entre dois e cinco salários (48,2%) e entre os eleitores com grau de instrução médio (49,8%). Por sexo, 47,6% dos eleitores masculinos e 43,5% dos eleitores femininos.

Já Lossio apresenta seus melhores índices entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano (17,4%), entre os eleitores com renda familiar até dois salários (14,9%) e entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos (19,3%). Por sexo, 14,3% dos seus eleitores são mulheres e 12,1%, homens.

Odacy Amorim aparece melhor situado entre os eleitores com renda até dois salários (14,9%), entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano (13,7%) e entre os eleitores na faixa etária entre 16 e 24 anos (14,1%). Por sexo, 13,6% são masculinos e 12,7% femininos.

SEGUNDO TURNO

O Opinião testou ainda cenários de segundo turno em Petrolina e neles o prefeito leva vantagem em todos. Frente a Lossio, Miguel venceria por 61,1% dos votos contra 22,7%. Dos entrevistados, 9,3% disseram que anulariam ou votariam em branco e 6,9% se apresentaram indecisos.

Frente ao candidato do PT, Odacy Amorim, Miguel teria 58,3% dos votos contra 27,3%. Dos entrevistados, 8,4% disseram que votariam em branco ou anularia e 6% se apresentaram indecisos. No cenário Miguel contra Lucas, o prefeito ganharia com 67,6% dos votos contra 14,4%. Brancos e nulos somariam 11,1% e 6,9% se apresentaram indecisos. Já se o candidato fosse Gabriel, o prefeito teria 64,4% dos votos contra 18,9%.

AVALIAÇÃO DE GESTÃO

Entre os três níveis de poder, o prefeito é o mais aprovado na avaliação da gestão pública. Entre os entrevistados, 65% aprovam seu governo, sendo 44,4% de bom e 20,7% de ótimo, enquanto 24,2% acham regular, 4,7% julgam ruim e 4,2% péssimo. Já o Governo Paulo Câmara tem 19,3% de bom, 2,7% de ótimo, 31,6% de regular, 11.3% de ruim e 18,7% de péssimo. Dos entrevistados, 16,4% não souberam ou se recusaram a responder,

O presidente Bolsonaro, por sua vez, se apresenta com 42,5% de péssimo, 13,1% de ruim, 23,1% de regular, 10,9% de bom e apenas 6,2% de ótimo. (Por Magno martins)

Governo Jair Bolsonaro tem aprovação de 31% e reprovação de 34%, diz pesquisa Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (25) mostra os seguintes percentuais de avaliação sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL):

Ótimo/bom: 31%;
Regular: 32%;
Ruim/péssimo: 34%;
Não sabe/não respondeu: 3%.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 19 e 22 de setembro e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em junho, o Ibope divulgou uma pesquisa também encomendada pela CNI sobre a aprovação do presidente. Os números de junho foram: Ótimo/bom: 32%; Regular: 32%; Ruim/péssimo: 32%; Não sabe/não respondeu: 3%. (Do G1)

38% reprovam e 29% aprovam o governo Bolsonaro, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL):

– Ótimo/bom: 29%
– Regular: 30%
– Ruim/péssimo: 38%
– Não sabe/não respondeu: 2%

A pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de agosto com 2.878 pessoas com mais de 16 anos, em 175 cidades brasileiras. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro.

Em relação à expectativa com o futuro do governo, 45% esperam que Bolsonaro faça uma gestão ótima ou boa. Em julho, eram 51%, e em abril, 59%. Outros 32% acreditam que o presidente fará uma administração ruim ou péssima, contra 24% em julho, e 23% em abril.

Aos 8 meses de mandato, os percentuais de ruim e péssimo de outros presidentes foram os seguintes:

– FHC (1995): 15%
– Lula (2003): 10%
– Dilma (2011): 11%

Fonte: G1

Avaliação negativa do Governo Bolsonaro sobe de 19% para 35%, diz pesquisa CNT

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou a 144ª pesquisa CNT de opinião, sobre os índices de popularidade do governo federal e do presidente da República, Jair Bolsonaro. A confederação realizou 2002 entrevistas em 137 municípios brasileiros de 25 estados, entre 22 e 25 de agosto, e concluiu que 39,5% da população avalia o governo como negativo, 29,4%, como positivo e 29,1% como regular. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Apesar da visão negativa, os entrevistados veem a atual gestão com otimismo no emprego. Para os próximos seis meses, 36,6% afirmam que a situação vai melhorar e 32,9%, que se manterá como está. Para 28% dos entrevistados, porém, a perspectiva é de piora até o fim do semestre. Na renda mensal, o brasileiro também demonstra um sensível otimismo: 58,8% disseram que a situação ficará estável, 28,3% acha que haverá melhora e 16,8%, que haverá uma piora.

Outro setor que segue a mesma tendência da renda mensal é o da saúde. A expectativa de 38,6% da população para os próximos seis meses é de que a situação permanecerá como está, 31,3% acreditam que vai melhorar e 27,9%, que vai piorar. A área de educação também demonstra sensível otimismo. Da população ouvida, 36,7% acreditam que ficará igual, 30,8%, que haverá melhora, e 29,3%, que haverá piora. Já segurança é a que tem melhor perspectiva de desempenho para os próximos seis meses: 37,8% acredita que haverá melhora, 32,9%, que não haverá melhora ou piora e 26,8%, que a situação deve se agravar.

No tópico de melhor e pior desempenho, cada entrevistado pôde apontar duas opções. O combate à corrupção foi o mais bem avaliado, com 31,3%. Na sequência, segurança (20,8%), redução de cargos e ministérios (18,5%) e economia (2,8%). As piores avaliações, por sua vez, ficaram com saúde (30,6%), meio ambiente (26,5%), educação (24,5%) e economia (17,6%). Os maiores desafios apontados pelos brasileiros são saúde (54,7%), educação (49,8%), emprego (44,2%) e segurança (36,4%). (Diário de PE)

Pesquisa Datafolha revela que, 4 em 10 não sabem citar medida positiva do governo Bolsonaro

Quatro em cada dez brasileiros não consegue citar uma medida do governo Jair Bolsonaro nos primeiros seis meses de gestão. O levantamento foi realizado pelo Datafolha, nos dias 4 e 5 de julho, e divulgado nesta segunda-feira (22). Quando questionados sobre o que de melhor o presidente havia feito no período, 39% dos entrevistados responderam “nada”. Outros 19% não souberam responder à pergunta.

A pesquisa revelou que as mulheres continuam mais críticas ao governo Bolsonaro. A resposta “nada” sobe para 45% entre elas;  e 52% para fiéis de religiões afrobrasileiras. O número chega a 76% na faixa dos que avaliam a gestão de Bolsonaro como “ruim ou péssima”.

Dos entrevistados que afirmaram ter votado em Bolsonaro para presidente, 17% responderam não ver ações positivas do governo. Do outro lado, 8% das pessoas ouvidas na pesquisa avaliaram ter percebido avanços na segurança. Os homens são os que mais fizeram elogios ao governo, assim como cidadãos do Norte e do Centro-Oeste (11%) e simpatizantes do PSDB (20%).

Reforma da Previdência e combate à corrupção

As ações mais elogiadas pelos entrevistados, segundo a pesquisa, foram a reforma da Previdência (7%), e o combate à corrupção (4%). Para outros 4%, merece destaque a flexibilização do porte de armas no país. 2% citou a política externa e a escolha do time do governo; e, para 1%, foi positivo acabar com o horário de verão e nomear Sérgio Moro como Ministro da Justiça. (Do Correio Brasiliense)

Rádio é o meio de comunicação com maior credibilidade junto à população, segundo pesquisa

A corretora de investimentos XP contratou o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) para avaliar a aprovação popular do presidente Jair Bolsonaro e da credibilidade dos meios de comunicação. No levantamento, o meio Rádio foi o que conquistou maior aprovação de credibilidade entre os entrevistados, com 64% apontando como meio confiável.

A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 13 de março e abrangeu mil entrevistados pelo telefone. O relatório do XP mostra que para 72% dos entrevistados, Facebook e WhatsApp só divulgam notícias falsas. Somente 12% acreditam que o WhatsApp tem notícias verdadeiras.

No Twitter, 52% avaliam que tudo que é postado é falso e 16% que é verdadeiro. Segundo os entrevistados, o Instagram tem 17% de notícias verdadeiras e 55% de falsas.

A pesquisa XP/IPESP apontou também que blogs e sites de notícias e os portais de notícias na internet estão melhor avaliados. Para 28% os blogs e sites postam notícias verdadeiras. Já 32% acreditam nos portais de notícias.

O meio com maior credibilidade é o Rádio com 64% que acreditam que ele fala a verdade. Já 19% responderam que não acredita nas notícias do Rádio.

A televisão e o jornal impresso estão empatados com 61% dos telespectadores e dos leitores acreditam que nestes meios as notícias são verdadeiras; 28% (TV) e 24% (jornal) afirmam que as notícias veiculadas nestes meios são falsas.

Quase 90% dos brasileiros rejeitam aumento para o STF, revela pesquisa

Segundo o Instituto Paraná, divulgada pelo Antagonista, 89,4% dos brasileiros consideraram injusto o aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

A pesquisa mostra também que, para 91,1% dos entrevistados, os senadores deveriam ter esperado que Jair Bolsonaro assumisse o cargo para votar sobre o aumento, diz a revista Veja.

Pesquisa mostra empate entre Bolsonaro e Haddad no 2º turno

Os candidatos à presidência Fernando Haddad (PT) e Eduardo Bolsonaro (PSL) apareceram empatados com 50% das intenções cada um. É o que aponta a pesquisa Vox Populi, divulgada neste sábado (27/10), sobre os votos válidos. O levantamento foi encomendado pelo portal Brasil 247, simpático ao PT.

Nos votos totais, o levantamento também mostra empate de 43% cada. Brancos e nulos somam 9% e 5% dos eleitores não sabem ou não responderam sobre a intenção de voto.

A pesquisa aponta queda de Bolsonaro desde a semana passada, já que no último levantamento o capitão da reserva aparecia com 53% e Haddad com 47% dos votos válidos.

O instituto entrevistou 2 mil eleitores, de 16 anos ou mais, em 121 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Pesquisa BR-09614/2018

Bolsonaro lidera, mas diferença para Haddad cai, indicam Ibope e Datafolha

As pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas neste sábado (27), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, trazem o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) na liderança, mas os números indicam que diminuiu a diferença sobre Fernando Haddad (PT) na reta final da campanha.

Segundo o Datafolha, Bolsonaro tem 55% das intenções de votos válidos, contra 45% de Haddad. Segundo o instituto, a diferença entre os dois caiu de 18 para 10 pontos percentuais em nove dias.

Já o Ibope diz que Bolsonaro tem 54%, contra 46% de HaddadO instituto aponta que a diferença caiu de 14 para 8 pontos percentuais em quatro dias.

A margem de erro das pesquisas é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. São considerados votos válidos aqueles que excluem brancos e nulos, ou seja, os que necessariamente são declarados a favor de uma candidatura.

É preciso considerar que nas pesquisas de intenção de voto não é possível estimar o índice de abstenção, quando os eleitores não comparecem à votação. No segundo turno das eleições de 2014, a abstenção foi de 21,1% , enquanto, em 2010, 21,5% dos eleitores não compareceram às urnas no segundo turno. (Do UOL)

Bolsonaro tem 60,9% e Haddad, 39,1%, aponta pesquisa CRUSOÉ

Segundo pesquisa Crusoé/Paraná, divulgada nesta quarta-feira, Jair Bolsonaro (PSL) tem 60,9% dos votos válidos, contra 39,1% de Fernando Haddad (PT). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Ainda de acordo com o levantamento, 9,4% dos eleitores dizem não votar em nenhum dos dois, enquanto 3,8% afirmam estar indecisos.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas entre 14 e 17 de outubro com 2.080 entrevistas em 162 municípios. O nível de confiança é de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-04446/2018.