Solidariedade vai disputar a eleição para prefeito em 19 municípios pernambucanos

O Solidariedade encerrou o período de filiações, com vistas a disputas deste ano, contabilizando 19 pré-candidatos a prefeito em Pernambuco. Atualmente, o partido tem dois prefeitos, o professor Lupércio, em Olinda, e Goreti Varjão, em Jatobá, que irão disputar reeleição.

Outas cidades que devem ter candidaturas próprias são Camaragibe, onde a sigla filiou o ex-prefeito Jorge Alexandre; Paulista, que tem o vereador Vinícius Campos como pré-candidato; Itapissuma, com o ex-prefeito Clovis Cavalcanti; Araripina, onde o empresário Tião do Gesso foi o nome escolhido pelo partido para a disputa; Ouricuri, com Lenarte Coellho (Botinha); e São Lourenço da Mata, com Milton de Micuíba.

“Pernambuco é um dos estados prioritários para o Solidariedade. Fomos um dos primeiros a constituir diretório e sempre tivemos uma postura atuante, conseguindo, ano a ano, aumentar o número de filiados. Este ano, apesar de todas as adversidades em decorrência da pandemia, cumprimos o prazo do TSE contabilizando a vinda de importantes lideranças, especialmente da Região Metropolitana e do Sertão”, disse o vice-presidente nacional da siga, Augusto Coutinho.

Em paralelo, articulações de Augusto Coutinho pelo Solidariedade já levaram o partido a firmar aliança em pelo menos outras oito cidades nas quais, mesmo não tendo candidato majoritário, a sigla já declarou apoio, como é o caso de Jaboatão dos Guararapes onde o Solidariedade firmou aliança com o PSD. Além disso, a legenda está com chapa consolidada para disputar cadeiras nas Câmaras de Vereadores de 26 municípios do interior, sendo possível citar como exemplos Petrolândia, Joaquim Nabuco, Gloria do Goitá.

Já no Recife, o partido faz parte da base do PSB e tem trabalhado para fortalecer uma chapa para proporcional. O vereador Rodrigo Coutinho tenta a reeleição e junto com ele, o Solidariedade trará como candidatos Professor Erivelte, Ricardo Serralheiro, Josias Amaral e Professor Mirinho.

A direção do Solidariedade salientou que, ainda, mesmo com o adiamento das eleições deste ano, em decorrência da Covid-19 seja cogitado, o Tribunal Superior Eleitoral ainda não emitiu nenhum posicionamento oficial sobre o assunto. Isso tem feito com que os políticos e partidos precisem acompanhar um calendário eleitoral já definido antes da pandemia.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.