Transparência do primeiro ano da Gestão Ricardo Ramos em Ouricuri é pior que 2016, mostra levantamento do TCE

Imagem: Arquivo do blog

Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado mostra uma evolução no nível de transparência dos municípios pernambucanos em 2017, em comparação aos números do ano passado.

O trabalho foi realizado pelo Núcleo de Auditoria Especializadas do TCE, por meio da Gerência de Auditoria de Tecnologia da Informação, em parceria com o Departamento de Controle Municipal, com o objetivo de estimular a transparência pública e tornar mais efetivo o controle social e o exercício da cidadania.

O estudo, produzido anualmente desde 2015, foi elaborado a partir de um diagnóstico dos portais de transparência das 184 prefeituras do Estado, feito entre os meses de maio e novembro deste ano. Para cada portal avaliado foi calculado o Índice de Transparência dos Municípios de Pernambuco –  ITMpe,  que pode variar entre zero e 1.000 pontos. De acordo com o valor obtido, os portais são classificados em cinco níveis de transparência, Desejado, Moderado, Insuficiente, Crítico e Inexistente.

Segundo o levantamento, o número de prefeituras enquadradas nos níveis Desejado e Moderado de transparência aumentou, passando de 79 em 2016 para 101 este ano. 55 municípios (30%) ampliaram o seu nível de transparência, 92 (50%) permaneceram na mesma situação de 2016 e 36 (20%) apresentaram uma diminuição na pontuação do índice, segundo a metodologia adotada pelo TCE. As cidades do Recife e de Jaboatão do Guararapes foram as únicas que alcançaram o nível Desejado de transparência.

RANKING – No ranking dos municípios que ocupam as 10 melhores posições estão Recife, Jaboatão dos Guararapes, Garanhuns, Gravatá, Brejinho, João Alfredo, Calçado, Olinda, Cabrobó e Taquaritinga do Norte.

Já as prefeituras de Maraial, Exu, Carnaubeira da Penha, Vitória de Santo Antão, Betânia, Catende, Água Preta, Ribeirão, Santa Maria da Boa Vista e Tracunhaém ocupam as dez piores colocações no ranking, apresentando níveis muito baixos de transparência, não permitindo um controle social minimamente satisfatório. Destas, três não dispõem de portais de transparência, estando enquadradas no nível inexistente (nota zero). São elas: Ribeirão, Santa Maria da Boa Vista e Tracunhaém.

Confira o resultado do levantamento para os dez municípios da Região do Araripe:

Em 2016, último ano da gestão do ex-prefeito Cezar de Preto, Ouricuri se posicionou bem melhor que atualmente, ficou com a pontuação 436, número considerado insuficiente. Em 2017, primeiro ano da gestão do atual governo, Governo Ricardo Ramos, a transparência cai, passando de Insuficiente para Crítico, ou seja, na pontuação, caiu de 436 para 128.50, em relação a todos os municípios do estado, atualmente, Ouricuri ocupa a posição 166, em 216 era, 105.

O Tribunal de Contas do Estado avalia esses municípios com menor índice de transparência como aqueles que apresentam maiores problemas de gestão. Lamentável essa realidade para a Terra dos Voluntários da Pátria.

Campus Ouricuri divulga resultado final e primeiro remanejamento do Processo Seletivo Complementar

A comissão do Processo Seletivo Complementar do IF Sertão-PE Campus Ouricuri, divulgou, nesta quarta-feira (4), o resultado final e o primeiro remanejamento do Processo Seletivo Complementar referente ao Edital nº 07/2017.
Considerando que as vagas dos grupos “B”, “D”,” F”,”G” e “H”  não foram preenchidas por não haver classificados nos grupos citados e como não há lista de espera no grupo “I”, a comissão do Processo Seletivo Complementar do Ouricuri seguindo os itens 2.3.11 e 8.4 do edital 07/2017 decidiu realizar o primeiro remanejamento junto com o resultado final.
Os candidatos classificados e remanejados devem fazer a matrícula na sala 16 do campus Ouricuri, entre os dias 5 e 6 de outubro, das 8h às 20h .Confira outras informações no site www.ifsertao-pe.edu.br

No primeiro semestre, gasto de senadores pernambucanos chega a quase R$ 700 mil

Dados divulgados nesta segunda-feira (28) pelo o Jornal do Commercio, revelam que os três senadores pernambucanos gastaram R$ 692 mil reais com o uso da cota parlamentar no primeiro semestre de 2017.

O ranking apresentado, coloca em primeiro lugar Humberto Costa (PT), que recebeu o reembolso de R$ 260.206,68, seguido de Fernando Bezerra Coelho (PSB), com 212.394,89 e Armando Monteiro Neto, que utilizou R$ 212.394,89 em recursos para o desempenho das suas atividades.

O valor mensal destinado à Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores (CEAPS) varia de acordo com o estado que cada senador representa. Ele corresponde à soma da verba indenizatória de R$ 15 mil acrescidos do valor de cinco passagens aéreas entre Brasília e a capital do seu estado de origem.

No caso de Pernambuco, o valor destinado para a bancada pernambucana é de R$ 36.266,60. No Portal da Transparência do Senado Federal, a cota está dividida em aluguel de imóveis e aquisição de material de consumo para uso do escritório; Locomoção, hospedagem, alimentação, combustíveis; Contratação de serviços de apoio; Divulgação da atividade parlamentar; Passagens aéreas, aquáticas e terrestres nacionais e Serviços de segurança privada. Esta última categoria não é utilizada por nenhum dos pernambucanos (Jornal do Commercio)